Mais do que estético, o procedimento visa devolver a autoestima dos pacientes; ouça o ‘CBN Saúde e Bem-Estar’ com Pedro Couto
Neste Outubro Rosa, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica destaca a importância da reconstrução mamária para mulheres que passaram por tratamento de câncer de mama. Além do aspecto estético, a cirurgia contribui para a saúde emocional e física, bem como para a identidade corporal da paciente.
Reconstrução Mamária: Necessária ou Opcional?
A decisão pela reconstrução mamária é individualizada e depende de cada caso. A cirurgia é indicada quando a retirada do tumor causa danos estéticos ou funcionais à mama. É importante ressaltar que esse procedimento é garantido por lei.
O Processo Cirúrgico e suas Modalidades
A cirurgia de reconstrução mamária pode ser realizada no mesmo ato cirúrgico da retirada do tumor (reconstrução imediata), ou em momento posterior, dependendo das condições clínicas da paciente. Existem dois tipos principais de reconstrução: uma que utiliza tecidos do próprio corpo da paciente (retalhos de pele, músculo e gordura de outras regiões) e outra que utiliza próteses de silicone. A escolha do método varia de acordo com a quantidade de tecido disponível.
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Acesso ao Procedimento
A reconstrução mamária é um direito assegurado por lei desde 2013. O procedimento é coberto pelo SUS e pelos convênios médicos, sendo obrigatória a cobertura pelos planos de saúde. Também é possível realizar a cirurgia de forma particular.
Em resumo, a reconstrução mamária é um procedimento fundamental para a recuperação física e emocional das mulheres após o tratamento do câncer de mama, sendo um direito garantido por lei e acessível por diferentes vias. A prevenção, aliás, deve ser priorizada durante todo o ano, com o autoexame e acompanhamento médico regular.


