Por conta da escassez de candidatos no partido, eles ficaram de suplente; Sertãozinho, por exemplo, é uma destas cidades
Em São Paulo, um fato curioso chamou a atenção durante as eleições: candidatos que não receberam um único voto podem assumir vagas na Câmara Municipal como suplentes. Essa situação, inusitada para muitos, ocorre devido ao quociente eleitoral.
Como funciona o quociente eleitoral?
O quociente eleitoral determina o número mínimo de votos necessários para que um candidato eleja-se. Candidatos que não alcançam esse quociente, mas são bem posicionados na lista de suplentes, podem assumir vagas caso os titulares se afastem da Câmara. Em cidades como Sertãozinho, Prodópolis, Cajuru, Serra Azul, Pedregulho e Pitangueiras, essa situação se tornou realidade.
Opiniões divididas
A possibilidade de candidatos sem votos assumirem cargos públicos gerou opiniões divergentes entre os moradores. Alguns consideram que, desde que o suplente seja honesto e sério, não há problema em exercer o cargo. Outros, no entanto, demonstram surpresa e discordância, alegando desconhecer essa possibilidade.
Entendendo o sistema
O sistema de suplentes, baseado no quociente eleitoral, garante a representação mesmo em casos de ausência dos titulares. Esse mecanismo, embora possa gerar situações inusitadas como a descrita, assegura a continuidade dos trabalhos legislativos. A peculiaridade do sistema é que, em alguns casos, candidatos com menos votos que outros podem assumir vagas na Câmara, dependendo da composição final dos resultados e do quociente eleitoral.



