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Você sabia que apenas um a cada 100 estudantes gostam de matemática?

Por isso, a escritora Denise Crispun decidiu criar uma história para desmistificar este medo dos número; entenda!
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Por isso, a escritora Denise Crispun decidiu criar uma história para desmistificar este medo dos número; entenda!

Por isso, a escritora Denise Crispun decidiu criar uma história para desmistificar este medo dos número; entenda!

Neste artigo, discutimos a importância de desmistificar o ensino da matemática para crianças, abordando o livro “O grande contador de pedrinhas”, da escritora Denise Crespo. A obra busca tornar o aprendizado mais lúdico e prazeroso, mostrando que a matemática está presente em diversos aspectos da nossa vida.

A matemática para além dos números

Denise Crespo, autora do livro infantil, compartilha sua experiência e paixão pela matemática, mesmo sendo formada em Humanas. Ela destaca que a matemática não deve ser vista como uma disciplina isolada e fria, mas sim como algo criativo e presente em nosso cotidiano. A autora ressalta a importância de conectar a matemática com a imaginação e a criatividade, mostrando sua beleza e utilidade.

Despertando o interesse pela matemática desde cedo

O livro “O grande contador de pedrinhas” é direcionado para crianças a partir de três anos, utilizando linguagem simples e ilustrações atrativas. A narrativa mistura diferentes tempos, contando a história de um menino que aprende sobre números com um pastor. A autora acredita que a abordagem lúdica e a conexão com histórias podem despertar o interesse pela matemática desde a primeira infância, mostrando que os números não são apenas símbolos abstratos, mas ferramentas para compreender o mundo.

Superando o medo da matemática na vida adulta

A entrevista também aborda a possibilidade de superar o medo da matemática na vida adulta. Denise sugere buscar diferentes formas de aprendizado, como filmes, biografias de matemáticos e visitas a museus como o planetário, para estimular a curiosidade e a compreensão da matemática de forma mais ampla e contextualizada. A autora enfatiza que o aprendizado na infância, se feito de forma prazerosa, pode influenciar positivamente a relação com a matemática ao longo da vida, mesmo que o conhecimento adquirido pareça não ter aplicação imediata.

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