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Você sabia que o câncer de amígdala é cada vez mais comum?

Aumento na incidência desse tumor tem forte relação com o vírus HPV; Cristiane Mendes, médica oncologista, explica
câncer de amígdala
Aumento na incidência desse tumor tem forte relação com o vírus HPV; Cristiane Mendes, médica oncologista, explica

Aumento na incidência desse tumor tem forte relação com o vírus HPV; Cristiane Mendes, médica oncologista, explica

Neste sábado, a CBN entrevistou a Dra. Cristiane Mendes, médica oncologista, para discutir o tumor de amígdala.

O que é o tumor de amígdala?

O tumor de amígdala, um tipo de câncer orofaríngeo, é um crescimento tumoral na região da garganta, incluindo a base da língua e amídalas. Sua incidência tem crescido significativamente no Brasil, representando 20 a 30% dos casos de câncer orofaríngeo relacionados ao vírus HPV. Mais de 15 mil casos são estimados anualmente.

Fatores de risco e sintomas

Os principais fatores de risco são tabagismo (incluindo dispositivos eletrônicos), consumo excessivo de álcool, excesso de gordura corporal, exposição a substâncias tóxicas (como amianto e poeira de madeira) e infecções virais (HPV, Epstein-Barr e HIV). Sintomas podem incluir infecções persistentes que não melhoram, lesões na boca (manchas brancas ou avermelhadas), caroços no pescoço (às vezes dolorosos e endurecidos), rouquidão, dificuldade para mastigar, engolir e falar.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico precoce é crucial. Qualquer alteração persistente por mais de 15 dias requer avaliação médica. O estadiamento da doença, por meio de exames de imagem, define o tratamento, que pode incluir cirurgia, quimioterapia e radioterapia. A combinação de tratamentos varia dependendo da extensão da doença. A equipe médica envolve diversas especialidades para garantir o bem-estar do paciente, incluindo nutricionistas, dentistas e fonoaudiólogos.

A prevenção é fundamental. Mudanças de hábitos, como evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool, praticar atividade física, ter uma dieta equilibrada e usar preservativos, são medidas importantes para reduzir o risco. O alerta é para procurar um médico imediatamente diante de qualquer sintoma suspeito, para diagnóstico e tratamento adequados, aumentando as chances de cura e melhorando a qualidade de vida.

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