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Você sabia que o seu pet pode apresentar sinais de intoxicação alimentar?

Especialista em bem-estar animal, Gelson Genaro, fala quais são os riscos da doença; ouça o 'CBN Pet News' desta terça-fera (10)
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Especialista em bem-estar animal, Gelson Genaro, fala quais são os riscos da doença; ouça o 'CBN Pet News' desta terça-fera (10)

Especialista em bem-estar animal, Gelson Genaro, fala quais são os riscos da doença; ouça o ‘CBN Pet News’ desta terça-fera (10)

Seja bem-vindo ao Pet News! Hoje, conversamos com o especialista em bem-estar animal, Gelson Genaro, sobre um assunto crucial: intoxicação alimentar em animais de estimação.

Intoxicação Alimentar: Perigos Comuns

Gelson destaca que, embora envenenamentos propositais sejam preocupantes, as intoxicações alimentares são muito mais frequentes. Diversos alimentos comuns podem ser tóxicos para pets, como chocolate, uva passa, uva, alho, cebola, carambola e abacate. Plantas presentes em jardins também representam um risco, incluindo comigo-ninguém-pode, costela-de-adão, jiboia e espada-de-são-jorge. Filhotes, devido à sua maior curiosidade e atividade, são mais propensos a mastigar itens tóxicos.

Reação e Primeiros Socorros

É importante ressaltar que dar leite ou induzir vômito não é recomendado. Gelson explica que o leite pode agravar a intoxicação, e induzir o vômito pode causar danos adicionais se a substância for tóxica. A recomendação é procurar imediatamente um veterinário.

Prevenção e Ação

A melhor forma de lidar com intoxicação alimentar é a prevenção. Gelson aconselha ter uma clínica veterinária de confiança previamente identificada, com conhecimento do horário de funcionamento e se há atendimento de emergência. Ao perceber sintomas como vômito, dor abdominal, apatia, salivação excessiva, tremores ou convulsões, contate imediatamente a clínica e leve o animal para atendimento. Informações como idade, peso e sintomas observados são importantes para auxiliar o veterinário. O uso de carvão ativado pode ser uma medida paliativa, mas não substitui o atendimento profissional. Lembre-se: a rapidez no atendimento é crucial para aumentar as chances de sobrevivência do animal.

Animais menores e mais velhos, ou com outras condições de saúde, são mais vulneráveis a intoxicações. A preparação antecipada, incluindo um plano de ação claro para todos que cuidam do animal, é essencial para minimizar riscos e garantir o atendimento mais rápido possível em caso de emergência. A perda de tempo com medidas caseiras inadequadas pode ser fatal.

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