Pesquisa foi feita com trabalhadores dos Estados Unidos; quem fala do tema é David Forli Inocente no CBN Carreiras e Lideranças
Em uma entrevista recente na CBN Ribeirão, o professor David Forlin comentou sobre felicidade profissional, baseado em uma pesquisa do Departamento de Trabalho e Estatística dos Estados Unidos sobre as profissões mais felizes do mundo. A pesquisa indica que a felicidade profissional depende da combinação de três fatores: baixo estresse, possibilidade de movimentação física e senso de significado.
Fatores que influenciam a felicidade profissional
A pesquisa apontou que profissões com alto grau de estresse, como as de finanças, tendem a ser menos felizes. Já profissões que permitem mais movimentação física e contato com a natureza, embora possam ser estressantes (como a de lenhador), tendem a apresentar maior índice de felicidade. No entanto, o fator mais determinante parece ser o senso de significado do trabalho.
Profissões mais felizes: o ranking
O ranking da pesquisa apontou fonoaudiólogo como a profissão mais feliz, seguida por designer gráfico, dentista, corretor de imóveis, desenvolvedor de software, enfermeiro, gerente de recursos humanos, fisioterapeuta, e médico assistente. O professor David destacou que a profissão de professor se encontra entre as mais felizes, ocupando uma posição entre a quarta e a quinta colocação.
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A importância do significado no trabalho
O professor David enfatizou a importância da liderança em mostrar o significado do trabalho para seus colaboradores. Ele exemplificou com a profissão de montador de móveis, mostrando como é possível destacar a importância do trabalho ao visualizar o resultado final, como um quarto de bebê decorado. A clareza sobre o significado da tarefa, portanto, é crucial para a felicidade profissional, independente da área de atuação. A participação ativa dos colaboradores e a busca pelo prazer na atividade desempenhada também contribuem significativamente para a sensação de felicidade no trabalho.