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Você também já foi vítima de cancelamentos de corridas por motoristas por aplicativos? Passageiros reclamam!

Qual a responsabilidade dos aplicativos nesses casos? Quais os direitos do consumidor? Ouça o comentário do advogado Feres Najm
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Qual a responsabilidade dos aplicativos nesses casos? Quais os direitos do consumidor? Ouça o comentário do advogado Feres Najm

Qual a responsabilidade dos aplicativos nesses casos? Quais os direitos do consumidor? Ouça o comentário do advogado Feres Najm

Motoristas de aplicativos têm cancelado corridas e ignorado chamadas com frequência crescente, causando transtornos aos passageiros. As principais razões apontadas são o destino da corrida, o tempo gasto e o valor pago pela empresa, insuficiente diante do aumento dos preços dos combustíveis.

Impacto nos Passageiros

A situação afeta usuários em todo o país, impactando seu dia a dia. Passageiros relatam atrasos para compromissos profissionais e pessoais devido a cancelamentos constantes. Alguns, como a arquivista Caroline Araújo e a jornalista Samia Borges, têm optado pelo transporte público como alternativa, mesmo com os inconvenientes.

Perspectiva dos Motoristas e Empresas

A reportagem ouviu relatos de motoristas que justificam os cancelamentos pelos altos custos de combustível e preocupações com a segurança em determinados destinos. Grandes eventos como a Grishol e rodeios amplificam o problema, mas o cenário de cancelamentos é recorrente no dia a dia. Uber e 99 atribuem o aumento na demanda ao fim das restrições da pandemia, afirmando tomar medidas para apoiar seus motoristas parceiros. No entanto, a demanda continua superior à oferta, resultando em tempos de espera mais longos.

Direitos do Consumidor

Em meio a essa complexa relação entre usuários, empresas e motoristas, a advogada Feres Najem destaca a responsabilidade das empresas de aplicativos em prever e minimizar esses problemas. Cancelamentos reiterados configuram falha na prestação de serviço, dando ao consumidor o direito de buscar reparação por danos materiais ou morais. A especialista ressalta a importância de separar a responsabilidade do motorista, que muitas vezes opera em condições desfavoráveis, da responsabilidade da empresa que controla o aplicativo e define os preços.

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