Quem explica essa modalidade de investimento e seus prós e contras é a advogada Karine Rezende no ‘CBN Vida e Aposentadoria’
A reforma da Previdência gerou insegurança em muitos trabalhadores sobre o valor do benefício futuro. A dúvida sobre a suficiência da renda para as despesas diárias levou muitos a buscarem alternativas complementares, como a previdência privada.
Previdência Privada x Previdência Social
A previdência privada difere da previdência social (INSS). Enquanto a previdência social é um benefício governamental, a previdência privada funciona como um investimento complementar, regida por seguradoras e bancos. Existem dois tipos principais: a previdência privada aberta, acessível a qualquer pessoa que deseje investir, e a previdência privada fechada, destinada a grupos específicos, como médicos e advogados.
Taxas e Riscos da Previdência Privada
Ao optar pela previdência privada, é crucial estar atento às taxas cobradas, como taxas de administração, carregamento e saída. A possibilidade de resgate antecipado e a existência de uma cláusula de pensão para dependentes em caso de falecimento também devem ser verificadas no contrato. A falta de clareza contratual sobre esses pontos pode gerar problemas futuros. A portabilidade entre diferentes planos de previdência privada também é possível, dependendo das condições contratuais.
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Começando a Investir e Considerações Finais
Não há idade mínima para começar a investir em previdência privada. É uma opção de investimento disponível para qualquer pessoa que deseje planejar seu futuro financeiro, seja para complementar a aposentadoria ou para outros objetivos, como a faculdade. Apesar dos benefícios, é importante estar ciente dos riscos envolvidos, como a possibilidade de perda de rendimentos devido à performance dos investimentos da seguradora. Ler atentamente o contrato e buscar aconselhamento profissional são passos essenciais para uma escolha segura e informada.