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Voepass realiza coletiva de imprensa e tira dúvidas sobre segurança de avião que caiu em Vinhedo

Lista de vítimas foi atualizada e 62 mortes foram confirmadas; CEO da empresa disse que prioridade é o apoio aos familiares
acidente avião Vinhedo
Lista de vítimas foi atualizada e 62 mortes foram confirmadas; CEO da empresa disse que prioridade é o apoio aos familiares

Lista de vítimas foi atualizada e 62 mortes foram confirmadas; CEO da empresa disse que prioridade é o apoio aos familiares

Após o acidente aéreo com o voo 2283 da Voépés, ocorrido em Vinhedo, novas informações surgiram sobre as vítimas e as investigações em curso.

Lista de Vítimas e Identificação

A lista de vítimas foi atualizada, incluindo o nome de Constantino Té Maia, que não constava na relação inicial divulgada pela companhia aérea. Até o momento, 21 corpos foram resgatados, sendo dois identificados por meio de exame datiloscópico. O Instituto Médico Legal (IML) em São Paulo, temporariamente fechado para atendimento exclusivo às vítimas do acidente, está trabalhando na identificação e liberação dos corpos para as famílias. Um atendimento especializado está disponível no auditório do Instituto Oscar Freire para auxiliar na identificação, com a possibilidade de apresentar documentos médicos, odontológicos e radiológicos.

Investigação e Apoio às Famílias

O governo de São Paulo decretou luto oficial de três dias em homenagem às 62 vítimas do voo que partiu de Cascavel (PR) com destino a Guarulhos (SP). A Voépés anunciou boletins periódicos sobre o andamento do trabalho de resgate. A empresa disponibilizou acomodações em hotel para as famílias das vítimas, além de apoio de assistentes sociais e psicólogos. A Defesa Civil também está presente dando suporte.

Coletiva de Imprensa e Declarações da Voépés

Em coletiva de imprensa, o CEO da Voépés, Eduardo Busti, e o diretor de operações, Marcel Moura, afirmaram que a prioridade é o apoio às famílias e a colaboração com as investigações sobre as causas do acidente. Moura negou problemas técnicos na aeronave, afirmando que ela estava em plenas condições de voo e que a formação de gelo prevista era aceitável para o voo. A empresa confirmou que alguns tripulantes desistiram de voar após o acidente devido a abalo psicológico, mas que a operação continua normalmente. Entre as vítimas está a comissária Rubi Alima, de Ribeirão Preto, que trabalhava na empresa desde 2010. Seus pais, muito abalados, não puderam comentar sobre a perda.

As investigações sobre as causas do acidente seguem em andamento, com a participação de autoridades aéreas e órgãos de perícia. A empresa continua a prestar apoio às famílias das vítimas e a colaborar com as autoridades para esclarecer os fatos.

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