Leonardo Silva, de 18 anos, foi preso temporariamente, após ser encontrado em Frutal; ele morava nos fundos da casa da vítima
Um jovem de 18 anos, Leonardo Silva, foi preso temporariamente em Frutal, Minas Gerais, suspeito de matar e enterrar a própria empregadora, Nilsa Maria Aparecida da Costa Pingold, de 62 anos, em Barretos, São Paulo. Em entrevista à IPTV, Leonardo confessou o crime, demonstrando frieza e falta de arrependimento.
Motivação e execução do crime
Segundo o delegado Rafael Faria Domingos, responsável pela investigação, o crime teria sido motivado por uma demissão. Nilsa contratou Leonardo para serviços domésticos, mas o dispensou por insatisfação com o trabalho. Leonardo, que havia perdido um emprego anterior, planejou a morte de Nilsa por vingança. Ele levou alguns dias cavando uma cova no quintal da casa da vítima, utilizando até mesmo uma pá maior, adquirida em uma loja de materiais de construção, junto com cimento e cal, para acelerar a decomposição do corpo. O corpo de Nilsa foi encontrado em um baú enterrado no jardim.
Rastreamento e prisão do suspeito
Câmeras de segurança registraram Leonardo manuseando o baú antes do enterro. Após o crime, ele permaneceu na casa da vítima, acessou dados bancários e utilizou o dinheiro para comprar uma moto, alugar um apartamento em Barretos e pagar outras despesas, totalizando cerca de R$ 30 mil. A prisão temporária de Leonardo foi decretada na última quarta-feira. Ele foi encontrado em um posto de combustíveis em Frutal e confessou o crime à polícia, sem demonstrar remorso.
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Latrocínio e justiça
O caso é investigado como latrocínio, pois o celular da vítima foi roubado. A polícia busca converter a prisão temporária em preventiva. A família de Nilsa, embora não tenha se pronunciado publicamente, busca justiça pela morte da mulher. A frieza demonstrada por Leonardo chocou a população e causou indignação entre os familiares da vítima.



