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WhatsApp limita ainda mais o encaminhamento de mensagens

Medida visa evitar a circulações de notícias falsas pela rede; confira os detalhes com Eduardo Soares no 'Mundo Digital'
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Medida visa evitar a circulações de notícias falsas pela rede; confira os detalhes com Eduardo Soares no 'Mundo Digital'

Medida visa evitar a circulações de notícias falsas pela rede; confira os detalhes com Eduardo Soares no ‘Mundo Digital’

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) firmou um acordo com as principais redes sociais do Brasil para combater a desinformação online, especialmente durante as eleições. A iniciativa já mostra resultados na redução da circulação de notícias falsas.

Combate às Fake News no WhatsApp

O WhatsApp, aplicativo amplamente utilizado no Brasil, está implementando novas medidas para frear a disseminação de mensagens falsas. Uma delas é a limitação do encaminhamento de mensagens: atrásra, é possível enviar uma mensagem encaminhada para apenas um grupo ou uma pessoa por vez, ao invés de múltiplos contatos simultaneamente. Essa restrição visa conter a propagação de boatos e notícias falsas, impactando também o envio em massa de mensagens indesejadas.

Ações do Facebook e Instagram

O Facebook e o Instagram também estão se mobilizando. Uma ferramenta em fase beta rejeita automaticamente postagens identificadas como falsas por verificadores da rede. Além disso, em grupos do Facebook, a nova funcionalidade de suspensão de usuários, em vez de apenas silenciamento, visa controlar a disseminação de desinformação e garantir um ambiente mais saudável para discussões.

Ferramentas Positivas e o Papel do Usuário

Embora as redes sociais possam ser usadas para disseminar informações falsas, elas também oferecem ferramentas positivas. O WhatsApp, por exemplo, está testando uma ferramenta de enquete para auxiliar na interação entre candidatos e eleitores. É crucial usar as redes sociais de forma responsável, aproveitando seus recursos para o diálogo e a construção de um processo eleitoral mais transparente e democrático. A moderação de grupos e comunidades online também desempenha um papel fundamental nesse contexto.

Apesar dos esforços conjuntos do TSE e das redes sociais, o Telegram ainda não aderiu ao acordo. A ausência de diálogo com o TSE e a capacidade do Telegram de abrigar comunidades com mais de 200 mil usuários representam um desafio para o combate à desinformação. A utilização consciente das redes sociais, com foco na verificação de informações e na promoção de debates construtivos, é fundamental para um processo eleitoral mais justo e informado.

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