A coluna Cinema traz uma análise de A Morte do Demônio em Chamas, novo filme da tradicional franquia de terror que estreou nos cinemas brasileiros neste mês. Marcos de Castro avalia que a produção busca apresentar a saga a uma nova geração, mas considera que o principal mérito do longa é despertar o interesse do público pelos filmes originais lançados entre 1983 e 1992.
Durante a análise, o comentarista destaca que o longa mantém elementos característicos da franquia, como a presença do Necronomicon, possessões demoníacas e cenas de violência gráfica, além de elogiar a direção, a fotografia e o elenco. Ao mesmo tempo, aponta que o desenvolvimento dos personagens serve mais para aumentar o impacto emocional das mortes do que para construir uma narrativa mais consistente.
Para os fãs do gênero, Marcos afirma que o filme entrega entretenimento com muito sangue, demônios e sustos, mas recomenda que quem deseja conhecer a essência da franquia procure a trilogia clássica, considerada por ele a principal referência da saga.
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