Professor e doutor Fernando Nobre prioriza preocupação com novo pico de casos da doença e reforça poder do vírus.
Acomodação ao perigo: o risco de uma segunda onda
Desde os primeiros casos de Covid-19, há cerca de oito meses, observamos um fenômeno preocupante: a acomodação ao perigo. Após um pico inicial de infecções, houve uma falsa sensação de segurança, levando a um relaxamento nas medidas preventivas. Agora, vemos sinais de uma possível segunda onda, com aumento discreto, porém alarmante, de casos, internações e mortes.
A negligência como fator de risco
Essa acomodação se traduz em negligência com relação às medidas de prevenção. O distanciamento social, o uso de máscaras e a higienização frequente das mãos são fundamentais para conter o avanço do vírus. Deixar de lado essas precauções aumenta significativamente o risco de contágio e de uma segunda onda ainda mais grave do que a primeira.
Prevenção: a única forma de evitar o pior
Com mais de 166 mil mortes e 5 milhões de infectados no país, os números demonstram a gravidade da situação. Uma segunda onda pode ser devastadoramente pior. Porém, ainda há tempo de agir. A prevenção continua sendo a nossa melhor arma. Cuidar da saúde e da vida de cada um é responsabilidade de todos. Medidas simples, mas eficazes, podem fazer a diferença e evitar um cenário catastrófico.
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Precisamos manter a guarda para proteger a nós mesmos e aos nossos semelhantes. A preservação da vida deve ser a nossa prioridade. Não podemos nos dar ao luxo de baixar a guarda. A prevenção é o caminho para evitar o pior.