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Advogado de Guilherme contesta exames que Natália foi fazer

Antônio Carlos Oliveira falou à CBN Ribeirão
Advogado de Guilherme
Antônio Carlos Oliveira falou à CBN Ribeirão

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O caso da morte de Joaquim, um menino que supostamente recebeu uma overdose de insulina, continua a gerar repercussão. A mãe de Joaquim, Natália, foi levada para São Paulo para passar por uma perícia psicológica no Instituto Médico Legal (IML) da capital. A solicitação foi feita pelo delegado responsável pelo caso, Paulo Henrique Martins de Castro. A avaliação também foi indicada para Guilherme Longo, principal suspeito da morte do menino, mas seu advogado de defesa contesta a forma como a convocação foi realizada.

Contestação da Defesa

O advogado de Guilherme Longo, Antônio Carlos de Oliveira, expressou sua discordância em relação ao pedido da polícia para que seu cliente realize uma perícia em São Paulo. Segundo ele, a autoridade policial não possuía autorização judicial para tal procedimento. Oliveira argumenta que, com exceção de todas as demais perícias, somente a autoridade judicial poderia autorizar esse tipo de avaliação. A defesa entende que não há elementos de razoabilidade que justifiquem a necessidade da realização desse exame.

Colaboração com a Investigação

Apesar da contestação, o advogado afirma que isso não significa que não estão colaborando com a investigação. Ele questiona qual elemento de prova poderia indicar que Guilherme Longo possui problemas mentais, motivo pelo qual a defesa se opôs à realização do exame. Oliveira ressalta que, caso surjam elementos no decorrer do processo, Guilherme poderá ser submetido à avaliação, inclusive a pedido da própria defesa.

Argumentações da Acusação

Uma das principais argumentações da polícia e do Ministério Público para incriminar Guilherme é a alegação de que ele teria dado uma superdosagem de insulina em Joaquim, que era diabético. Essa justificativa se baseava no desaparecimento da ampola do medicamento. No entanto, a polícia afirma que a superdosagem já está demonstrada, independentemente do sumiço ou aparecimento da ampola.

Diante dos fatos apresentados, o caso segue em investigação, com a defesa buscando questionar a legalidade da prisão temporária de Guilherme Longo e a acusação trabalhando para comprovar a responsabilidade do suspeito na morte de Joaquim.

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