Os aplicativos de relacionamento, que ganharam protagonismo nos últimos anos, enfrentam queda de engajamento diante de mudanças no comportamento dos usuários. Especialmente entre a geração Z, cresce a busca por conexões mais autênticas, com menos pressa e menor dependência de interações superficiais mediadas por algoritmos.
O fenômeno está ligado ao chamado “burnout digital”, caracterizado pelo cansaço emocional causado pelo excesso de telas e redes sociais. Usuários relatam frustração com a dificuldade de criar vínculos reais e com a dinâmica repetitiva dos aplicativos, o que tem levado a uma rejeição crescente, principalmente entre os mais jovens.
Como resposta, surge o conceito de “slow dating”, que prioriza conversas mais profundas e encontros presenciais com maior intencionalidade. A tendência aponta para uma transformação na forma de se relacionar, com o uso mais equilibrado da tecnologia e foco em experiências mais significativas. Ouça o áudio completo do Conexão CBN para entender esse novo cenário.