A prática de atividade física para pessoas com deficiência deve ser baseada na adaptação dos exercícios, e não em limitações. Segundo o treinador Rodrigo Carvalho, o foco deve ser ajustar os movimentos conforme as condições de cada pessoa, garantindo inclusão, desenvolvimento e melhora da autoestima. A proposta é permitir que todos possam se exercitar de forma segura e eficiente, independentemente do tipo de deficiência.
Além dos benefícios físicos, como ganho de força, equilíbrio e coordenação motora, os exercícios também contribuem para o desenvolvimento neurológico e para a socialização. A prática regular ajuda a estimular o cérebro, melhora a concentração e pode auxiliar no enfrentamento das dificuldades do dia a dia, reforçando a autonomia e a qualidade de vida.
O especialista também destaca que o sedentarismo agrava limitações e que a atividade física, quando adaptada, pode ser uma importante aliada no tratamento e na prevenção de problemas de saúde. Ouça o áudio completo da coluna Bem-estar e Movimento para entender como incluir a prática na rotina de forma adequada.