Quem traz os detalhes é Nicholas Bocchi na coluna ‘Good Game CBN’
O cenário do esporte eletrônico brasileiro passa por momentos conturbados, especialmente no Flamengo. A equipe enfrenta dificuldades que vão além do desempenho em campo, envolvendo polêmicas e incertezas sobre o futuro.
Situação crítica no Flamengo eSports
O Flamengo eSports acumula problemas, com atrasos de salários, más condições no centro de treinamento (onde os jogadores também residem), e até mesmo relatos de jogadores dormindo em condições precárias. Essas questões geraram insatisfação, culminando em denúncias nas redes sociais. A principal preocupação é a incerteza sobre a continuidade da equipe em 2024.
Contrato e futuro incerto
A gestão do Flamengo eSports se dá por meio de um contrato de licenciamento de marca com uma empresa externa. Este contrato termina em dezembro de 2023, e a empresa licenciadora está à venda. Com isso, a vaga do Flamengo no Campeonato Brasileiro de League of Legends está ameaçada. A venda de parte da empresa para a Los Grandes, equipe forte em Free Fire, adiciona mais complexidade à situação, com mudanças visuais na equipe e insatisfação dos fãs.
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Racismo e consequências
Além dos problemas do Flamengo, o cenário competitivo também enfrenta casos de racismo. O jogador Turzim, da equipe LOUD, foi afastado após um tweet considerado racista. Este episódio destaca a importância da responsabilidade online e as consequências de atos discriminatórios, mesmo em plataformas digitais.
O ano de 2023 se mostra desafiador para o cenário competitivo brasileiro, com problemas de gestão, incertezas contratuais e a necessidade de combater o racismo. A situação do Flamengo eSports exemplifica as dificuldades enfrentadas, enquanto o caso de Turzim reforça a importância da conscientização e combate à discriminação no mundo dos games.



