Reajuste encarece os juros, diminui a oferta de dinheiro no mercado, mas ajuda a controlar a inflação e baratear os produtos
A taxa Selic, taxa básica de juros do Brasil, atingiu 9,25% ao ano, após um aumento de 1,5 ponto percentual. Essa é a maior alta dos últimos quatro anos, representando a sétima elevação consecutiva em 2023. A medida visa controlar a inflação, que permanece em alta.
Impacto da alta da Selic
O aumento da Selic impacta diretamente o custo do dinheiro no país. Para quem possui dívidas, como no cartão de crédito ou cheque especial, significa um aumento nos valores a serem pagos. Já para quem investe, pode representar um retorno maior em aplicações como Tesouro Direto, desde que supere a inflação e os impostos.
Recomendações para quem tem dívidas e para investidores
O economista Jair Casquel recomenda que quem tem dívidas em cartão de crédito busque alternativas para quitar o débito, pois as taxas são muito elevadas. Para investidores, a sugestão é buscar aplicações com retorno acima de 10% ao ano para se proteger da inflação. Ele destaca que o cenário econômico atual é desafiador, comparável ao pós-guerra de 1945, com inflação global e escassez de componentes.
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Cenário Econômico Global
O economista aponta para um cenário econômico mundial complexo, comparando-o ao período pós-guerra de 1945. A inflação global e a escassez de componentes impactam o Brasil, elevando os custos e exigindo estratégias de investimento mais cautelosas. A recomendação é buscar investimentos que superem a inflação e ofereçam um retorno consistente.



