As barrinhas de proteína, populares entre praticantes de atividade física, nem sempre são tão saudáveis quanto aparentam. Apesar do apelo nutricional e do destaque para o teor proteico, muitas dessas opções apresentam níveis elevados de gordura saturada, o que pode comprometer a qualidade do produto.
Levantamentos indicam que cerca de 80% das barrinhas analisadas têm mais de 6 g de gordura saturada a cada 100 g, acima do limite recomendado. Além disso, por serem registradas como suplementos, muitas não exibem alertas visuais nos rótulos, como a “lupa” que indica altos teores de nutrientes críticos, o que pode confundir o consumidor.
Outro ponto de atenção são os aditivos, como adoçantes e espessantes, comuns nesses produtos industrializados. Especialistas recomendam consumo eventual e leitura cuidadosa dos rótulos, além de priorizar alternativas mais naturais no dia a dia. Ouça o áudio completo do CBN Nutrição para mais orientações.