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Cachorro é amarrado a veículo e arrastado até a morte

Crime aconteceu em Ribeirão Preto, no mês de janeiro, mas só foi divulgado em março
cachorro arrastado até a morte
Crime aconteceu em Ribeirão Preto, no mês de janeiro, mas só foi divulgado em março

Crime aconteceu em Ribeirão Preto, no mês de janeiro, mas só foi divulgado em março

Um caso chocante de maus-tratos a animais veio à tona em Ribeirão Preto, envolvendo a proprietária de um canil local. A acusada é suspeita de ter cometido um ato de extrema crueldade contra uma cadela idosa.

O Crime Brutal

De acordo com relatos de testemunhas, a mulher, residente na Chácara Itaiangá, teria amarrado a cadela a um carro e a arrastado por uma distância considerável. O motivo alegado para tamanha atrocidade seria a incapacidade da cadela de procriar, tornando-a, supostamente, descartável aos olhos da proprietária.

Testemunhas e Investigação

Um morador da região, identificado como Marcos Gobo Muracame, relatou que um mototaxista presenciou o crime e acionou outras pessoas, incluindo Regiane, uma protetora de animais. Juntas, tentaram socorrer a cadela, mas infelizmente ela não resistiu aos ferimentos. O laudo veterinário confirmou a causa da morte e as fotos do animal foram anexadas ao processo.

O delegado Luís Geraldo Dias, da Delegacia de Proteção ao Idoso e Animais de Ribeirão Preto, confirmou ter recebido a denúncia e que a acusada negou o crime em depoimento. No entanto, a polícia reuniu um conjunto robusto de provas testemunhais, o que levou ao indiciamento da mulher por maus-tratos e crueldade, resultando na morte do animal.

Reincidência e Impunidade?

A investigação aponta que a mulher já teria cometido crimes semelhantes anteriormente, utilizando-se de subterfúgios para adquirir animais e, posteriormente, descartá-los de forma cruel. Há relatos de que ela se vangloriava nas redes sociais, acreditando estar imune a qualquer punição devido à sua influência.

O Futuro do Caso

O caso agora está nas mãos do Poder Judiciário e do Ministério Público. A pena máxima para o crime de maus-tratos com resultado em morte é de um ano de detenção. A comunidade espera que a justiça seja feita e que a responsável seja devidamente punida.

Apesar da aparente impunidade ostentada, a esperança reside na análise criteriosa do juiz e na força das provas apresentadas.

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