Alex Gabriel Santos, de 16 anos, foi visto pela última vez no domingo (1) em Pontal; ele teria sido torturado por quatro homens
O adolescente Alex Gabriel Santos, Cães farejadores encontram traços de adolescente, de 16 anos, está desaparecido desde a madrugada do último domingo em Pontau, após ter sido agredido e sequestrado por quatro homens. Segundo familiares, o jovem foi levado de casa em uma camionete depois de encontrar um celular em um depósito de bebidas próximo à sua residência.
Durante as investigações, os agressores prestaram depoimento e afirmaram ter abandonado Alex vivo em uma área rural de Pontau. A Guarda Civil de Certãozinho, com o auxílio de cães farejadores, realizou buscas no local indicado, mas os cães não detectaram vestígios do adolescente.
Novos indícios e buscas: Após receber uma denúncia da corporação de Pontau, a Guarda Civil de Certãozinho iniciou buscas em outro local, às margens do Rio Pardo. Dois cães farejadores indicaram a presença do odor de Alex até a margem do rio, mas não além desse ponto. O guarda Ronaldo de Souza da Silva explicou que o trabalho dos cães pode auxiliar o Corpo de Bombeiros a iniciar buscas na região, embora ainda não haja confirmação sobre essa operação.
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Detalhes do desaparecimento: De acordo com a família, Alex saiu de casa para ir ao depósito de bebidas e retornou animado por ter encontrado um celular, já que não possuía telefone próprio. Na manhã seguinte, ele não foi encontrado em casa, o que gerou preocupação. Uma testemunha relatou à polícia que viu o adolescente ser agredido e colocado à força em uma camionete.
Investigação policial: Quatro pessoas foram levadas para prestar depoimento, e uma delas confessou que Alex foi levado a um galpão e agredido. O delegado Cláudio Messias Alves informou que os suspeitos foram liberados por enquanto, pois há apenas uma versão dos fatos e os laudos periciais ainda são aguardados. O veículo usado no sequestro foi apreendido.
Informações adicionais
A mãe do adolescente, Eveline Pereira dos Santos, afirmou que acredita que o filho está vivo, apesar de possivelmente estar machucado ou preso. Ela ressaltou que Alex nunca se envolveu com brigas ou drogas e pediu para que qualquer informação seja comunicada anonimamente pelos telefones 181 (Polícia Civil) ou 190 (Polícia Militar). A investigação continua em andamento.



