Banco também elevou o teto de financiamento para 70% do valor da casa; medidas visam reaquecer o setor
Nesta segunda-feira, entraram em vigor novas taxas de financiamento imobiliário na Caixa Econômica Federal, marcando o primeiro corte anunciado pelo banco desde novembro de 2016. Essa redução impacta diretamente o mercado imobiliário, oferecendo condições mais atrativas para quem busca adquirir um imóvel.
Taxas reduzidas e financiamento ampliado
As taxas mínimas para financiamentos usando recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) caíram de 10,25% ao ano para 9% ao ano para imóveis de até R$ 950 mil no Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Para os demais estados, o limite é de R$ 800 mil. Para imóveis acima desses valores, as taxas mínimas passaram de 11,25% ao ano para 10% ao ano. Além disso, a Caixa ampliou o financiamento para imóveis usados, de 50% para 70% do valor do imóvel.
Impacto positivo no mercado imobiliário
Especialistas veem a iniciativa como positiva para o setor imobiliário, que ainda se recupera da crise. A redução das taxas, combinada com o aumento da cota de financiamento e o estoque de imóveis disponíveis, contribui para tornar a compra de imóveis mais acessível às famílias. A expectativa é de um aumento na procura por imóveis, impulsionado pelo poder de compra maior dos consumidores e pela inflação controlada.
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Perspectivas otimistas
A queda nas taxas de juros, aliada a preços de imóveis mais atrativos em algumas regiões, gera um cenário favorável para quem busca adquirir um imóvel. Há projeções de que as taxas possam cair ainda mais nos próximos meses, chegando próximo a 8% ao ano. O aumento na procura por imóveis já é percebido por construtoras, que registram crescimento nas vendas mesmo antes do anúncio oficial da redução das taxas. A Caixa Econômica Federal se destaca como a instituição com as melhores taxas de juros para financiamento imobiliário, segundo consultorias especializadas.



