Sargento Ary Gavazzi Júnior conversou com a CBN Ribeirão
O caso do desaparecimento do menino Joaquim mobilizou equipes de busca e investigação. O trabalho do canil da polícia militar, coordenado pelo Sargento Ari Gavasi, tem sido crucial para entender os últimos passos da criança.
O Rastreamento Inicial
Após o cão farejar as roupas do padrasto, o animal seguiu um trajeto específico. A conclusão inicial da equipe foi que o padrasto teve contato com Joaquim até um determinado ponto. “A conclusão que nós chegamos é que ele teve contato com a criança até esse local aqui. Então ambos caminharam juntos ou ele carregou a criança no colo, alguma coisa do gênero”, explicou o Sargento Gavasi.
A Busca nas Margens do Córrego
O trajeto percorrido pelo cão levou a equipe até as margens de um córrego. Questionado sobre os próximos passos, o Sargento Gavasi informou que as investigações estão sendo conduzidas pelas autoridades competentes. Existe a possibilidade de o Corpo de Bombeiros ser acionado para realizar buscas adicionais no córrego.
A Credibilidade do Rastreamento
A precisão do trabalho do cão é fundamental para a investigação. Segundo o Sargento Gavasi, o cão rastreador segue o odor específico que capta. Se fosse exposto ao cheiro de alguém que não esteve no local, o animal seguiria um trajeto diferente, buscando um odor distinto. O fato de o cão ter seguido o mesmo caminho tanto com o cheiro do padrasto quanto com o do menino Joaquim é considerado um ponto importante. “É, chamar bastante a atenção é como eu já relatei. Possivelmente os dois andaram juntos ou o padrasto no caso carregou a criança no colo”, afirmou o Sargento.
As informações coletadas pelo canil da polícia militar representam uma peça importante no quebra-cabeça da investigação, auxiliando as autoridades a traçar uma linha do tempo dos acontecimentos.


