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Caso da bomba de Barretos é encaminhado ao Ministério Público, que deve dar sequência nas investigações

Delegada Juliana Paiva traz mais detalhes sobre o processo de investigação da morte de Aylla Manuella, de 4 anos
bomba Barretos
Delegada Juliana Paiva traz mais detalhes sobre o processo de investigação da morte de Aylla Manuella, de 4 anos

Delegada Juliana Paiva traz mais detalhes sobre o processo de investigação da morte de Aylla Manuella, de 4 anos

A morte da pequena Aila Manuela Ribeiro da Piedade, de 4 anos, em Barretos (SP), chocou a população e gerou uma rápida resposta policial. A criança foi morta por uma bomba arremessada em sua casa no último fim de semana, e um adolescente de 14 anos foi apreendido em Jaú (SP) como suspeito do crime.

Investigação e Apreensão

Em entrevista à CBN, a delegada Juliana Paiva, do terceiro distrito policial de Barretos, detalhou a investigação. O adolescente confessou ter brincado de arremessar bombas com outras crianças, mas negou a intenção de atingir a casa da vítima. Ele foi apreendido após a polícia conseguir seu paradeiro por meio de contato com familiares. O menor se apresentou espontaneamente na delegacia de Jaú e seu depoimento foi colhido. Ele foi encaminhado para a Fundação Casa de Araraquara para internação provisória por 45 dias, período que pode ser estendido.

Responsabilidades e Próximos Passos

A delegada explicou que a investigação está concluída e os autos foram encaminhados ao Ministério Público. A justiça decidirá a medida socioeducativa mais adequada para o adolescente. A investigação também apura como o menor adquiriu a bomba, visto que a venda de artefatos explosivos a menores é proibida pelo ECA. Imagens de câmeras de segurança mostram que o adolescente não estava sozinho, e a polícia investiga a participação de outros menores. Além disso, um inquérito foi aberto para investigar o incêndio criminoso na casa do adolescente após o ocorrido, um ato de possível represália.

Reações e Arrependimento

A delegada destacou a mobilização da polícia para solucionar o caso rapidamente, dada a gravidade e o sofrimento da família. O adolescente demonstrou arrependimento durante o depoimento, assim como sua mãe. A família da vítima estava no hospital no momento do incêndio e não tem envolvimento com o ato de vandalismo.

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