O consumo elevado de chocolate na Páscoa tem explicações que vão além da tradição: envolve fatores emocionais e biológicos. Segundo especialista, o alimento está ligado a memórias afetivas e também à liberação de dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer, o que estimula o consumo repetido, especialmente em momentos de estresse ou ansiedade.
Apesar do apelo, o exagero pode trazer prejuízos à saúde, principalmente em crianças. A recomendação é evitar o consumo por menores de dois anos e, para os demais, priorizar a moderação. Também é importante observar a qualidade do produto, dando preferência a chocolates com maior teor de cacau e lista de ingredientes mais simples, evitando ultraprocessados rotulados como “sabor chocolate”.
A orientação é evitar extremos, como longos períodos sem consumo seguidos de exageros, e optar por pequenas quantidades ao longo dos dias. A dica final é equilibrar prazer e saúde, escolhendo o chocolate preferido, mas com atenção à quantidade.
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