Para fugir das altas, ribeirão-pretanos têm optado pelo plantio em casa para desafogar o orçamento
Os preços de alimentos básicos estão subindo, afetando o orçamento de muitas famílias brasileiras. Além do pão, verduras e legumes também registraram aumentos significativos nas últimas semanas. O brócolis, por exemplo, passou de R$ 5,00 para R$ 7,50, enquanto a alface subiu de R$ 10,80 para R$ 12,00. Essa situação dificulta a alimentação equilibrada da população.
Cultivando economia em casa
Uma alternativa para driblar o aumento de preços é cultivar uma horta doméstica. O aposentado Vitório Marcolino, morador do Jardim Piratininga em Ribeirão Preto, adotou essa prática e colhe os benefícios. Em seu quintal, ele planta cebolinha, salsa, cajama manga anã, pepino, covi, taioba, amora e limão. Segundo Vitório, essa iniciativa reduz significativamente os gastos com alimentos.
A horta como solução para o bolso
Com a horta, Vitório consegue produzir parte dos alimentos que antes precisava comprar, como covi, pepino e frutas. Ele afirma que, embora ainda precise adquirir alguns itens no mercado, a economia gerada é considerável. A experiência demonstra que, mesmo em espaços reduzidos, é possível cultivar alimentos e amenizar o impacto da alta dos preços.
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A iniciativa de Vitório Marcolino mostra que a produção doméstica de alimentos pode ser uma solução viável para complementar a renda e garantir uma alimentação mais acessível, principalmente em tempos de crise econômica. A horta se torna uma aliada na busca por economia e bem-estar.



