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Depressão na juventude: quais as causas do ‘mal do século XXI’ nas pessoas entre 16 e 24 anos?

Casos da doença, além de ansiedade e outros distúrbios, são cada vez mais frequentes nessa faixa etária; ouça e entenda!
depressão na juventude
Casos da doença, além de ansiedade e outros distúrbios, são cada vez mais frequentes nessa faixa etária; ouça e entenda!

Casos da doença, além de ansiedade e outros distúrbios, são cada vez mais frequentes nessa faixa etária; ouça e entenda!

A saúde mental de jovens entre 16 e 24 anos tem sido um assunto preocupante. A psicóloga Patrícia Binharde discute as causas e os sinais desse problema em entrevista à CBN.

Alta Demanda Social e o Impacto das Redes Sociais

De acordo com a especialista, a alta demanda social, exacerbada pelo uso excessivo de telas e a comparação com perfis idealizados nas redes sociais, contribui significativamente para o aumento de casos de depressão, ansiedade e outros distúrbios. A constante exposição a imagens de vidas aparentemente perfeitas cria um conflito com a realidade, impactando a autoestima e o humor dos jovens.

Sinais de Alerta e a Importância da Família

A psicóloga destaca a importância da observação familiar. Sinais como isolamento, oscilação de humor, agressividade, baixo desempenho escolar e mudanças repentinas de comportamento devem ser considerados como alerta. A somatização, manifestada por mudanças bruscas de peso, distúrbios do sono e automutilação, também indica a necessidade de intervenção. A família desempenha um papel crucial na busca por ajuda profissional.

Tratamento e a Busca por Ajuda

O tratamento para jovens, segundo Patrícia, muitas vezes requer mais tempo e paciência, pois eles podem demorar a identificar e relatar as causas de seu sofrimento. A construção de um vínculo terapêutico é fundamental para o sucesso do processo. A especialista enfatiza a importância de procurar ajuda profissional diante de qualquer sinal de mudança comportamental, lembrando que a saúde mental é tão importante quanto a saúde física. A prevenção e a atenção aos sinais são cruciais para evitar situações extremas como a automutilação e o suicídio.

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