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Economista pede celeridade da chapa Lula/ Alckmin para anunciar o Ministro da Fazenda

Demora, segundo Adnan Jebaley, pode afastar investimentos; Alexandre Padilha, Marcos Lisboa e Pérsio Arida são cotados
Ministro da Fazenda
Demora, segundo Adnan Jebaley, pode afastar investimentos; Alexandre Padilha, Marcos Lisboa e Pérsio Arida são cotados

Demora, segundo Adnan Jebaley, pode afastar investimentos; Alexandre Padilha, Marcos Lisboa e Pérsio Arida são cotados

Após a definição do novo presidente, o Brasil aguarda ansiosamente a nomeação do ministro da Fazenda. Duas possibilidades se apresentam: um economista técnico, como Marcos Lisboa ou Pércio Arida, ou um nome político, como Alexandre Padilha. Essa escolha impactará diretamente o mercado financeiro, gerando oscilações até a definição.

Cenários Econômicos

Uma vez definido o ministro, o foco recairá sobre a política econômica. O governo Lula deverá priorizar um controle do dueto dólar/taxa de juros, buscando investimentos externos por meio de parcerias internacionais, como o BRICS e o Mercosul. A taxa de juros, atualmente em 13,75%, deve permanecer alta para conter a inflação. Intervenções na Petrobras para controlar o preço dos combustíveis também são esperadas, buscando evitar aumentos excessivos.

Outras medidas importantes incluem a manutenção do Auxílio Brasil e a possível recriação do Ministério do Trabalho. O modelo de crescimento econômico do governo deverá se basear no aumento do consumo, por meio de renegociação de dívidas, aumento do salário mínimo e investimentos em obras públicas para geração de empregos.

Impactos e Propostas

A demora na nomeação do ministro da Fazenda já causa oscilações na bolsa de valores. A escolha ideal seria um nome que equilibre a estabilidade econômica com as promessas de campanha, como a inclusão de pessoas no mercado de trabalho. A proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até cinco salários mínimos é viável, mas necessitaria de compensações em outros tributos, como a tributação de lucros na bolsa de valores.

A manutenção de isenções tributárias temporárias, como a redução do ICMS sobre combustíveis, é crucial para o controle da inflação. A volta da alíquota original de ICMS (24%) em 31 de dezembro de 2023 exigirá intervenção no preço dos combustíveis, para evitar impactos negativos na população. A extensão do Auxílio Brasil também é prioritária para evitar insatisfação social.

Em suma, o próximo governo terá o desafio de equilibrar as expectativas do mercado com as promessas sociais, buscando um crescimento econômico sustentável e inclusivo. A escolha do ministro da Fazenda e as políticas econômicas adotadas serão fundamentais para o sucesso desse empreendimento.

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