As regras para a eleição de dois senadores em 2026, o funcionamento do voto e a composição das chapas estão entre os assuntos abordados na coluna De Olho na Política. Bruno Silva explica que o eleitor deve escolher dois candidatos diferentes, já que a repetição do voto para o mesmo nome faz com que o segundo seja contabilizado como nulo. Também é possível votar em branco ou anular um dos votos.
A coluna destaca ainda que o eleitor não é obrigado a seguir uma eventual “dobradinha” entre candidatos e pode fazer suas escolhas de forma independente. Bruno Silva explica que a chapa do Senado inclui o candidato e os dois suplentes, que também devem ser observados pelo eleitor. Outro ponto abordado é que a votação para senador é restrita ao estado do eleitor e não há voto de legenda para esse cargo. A coluna também explica as diferenças entre as eleições majoritárias e proporcionais e lembra que o Senado não tem segundo turno.
Ao final, Bruno Silva destaca a função estratégica do Senado, a atuação como casa revisora e atribuições relacionadas a indicações para tribunais e processos de impeachment, além da duração de oito anos do mandato dos senadores. A coluna ressalta ainda a importância de o eleitor conhecer os candidatos e as chapas antes da escolha. Para conferir todos os detalhes sobre as regras da eleição para o Senado, ouça a coluna De Olho na Política.