Por conta do grande estoque do alimento, não há projeção de aumento no preço da carne para as próximas semanas
A semana santa, período que se estende até 18 de abril, impulsiona o consumo de pescados entre os católicos que evitam carne vermelha. Porém, a escolha do peixe, principalmente os congelados, requer atenção.
Estoques e variedade
Segundo peixarias, os estoques estão amplos e não se espera um aumento significativo nas vendas. A variedade é um atrativo, com opções de água doce e salgada, sendo tilápia, sardinha, curimba e salmão os mais procurados. Para muitos comerciantes, a Semana Santa representa um período de alta, semelhante ao Natal do setor.
Como escolher um bom peixe
Devido ao consumo sazonal, muitas pessoas têm dúvidas sobre como selecionar um peixe fresco e de qualidade. Osvaldo Galo, proprietário de uma peixaria, oferece algumas dicas: os olhos devem estar no mesmo nível da cabeça, sem afundamentos ou sobressalências; ao pressionar a pele, a carne não deve ficar amassada e deve retornar à forma original após a soltura.
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Preço e congelados
A demanda crescente influencia os preços, mas, no caso do pescado, a sazonalidade acarreta uma dinâmica diferente. Antônio, gerente de supermercado, explica que a preparação antecipada da indústria e do varejo para os 45 dias da Semana Santa contribui para uma redução de preços. A maioria dos supermercados comercializa peixes congelados, cujo preço não varia em relação aos frescos. A preocupação com o peso do gelo na embalagem é infundada, pois o preço se refere ao peso líquido do produto. Para garantir a compra correta, basta pesar o produto; um pacote de 1 kg, por exemplo, deve apresentar peso superior na balança. A tilápia lidera a produção nacional, representando cerca de 52% das vendas no país.
Com informações e cuidados adequados, é possível aproveitar os benefícios do pescado durante a Semana Santa, garantindo uma compra segura e saborosa.



