Participaram do levantamento cerca de três mil pessoas entre 46 e 65 anos; fisioterapeuta, Lilian do Nascimento, analisa
Uma pesquisa recente revelou uma forte ligação entre flexibilidade corporal e longevidade. O estudo, realizado com mais de 3 mil pessoas entre 46 e 65 anos, indica que indivíduos com maior amplitude de movimento tendem a viver mais.
Flexibilidade e Longevidade: Uma Relação Inovadora
A relação entre flexibilidade e qualidade de vida já era conhecida, mas este estudo traz a novidade de associar diretamente a flexibilidade a uma maior expectativa de vida. A pesquisa destaca que a flexibilidade deve ser vista como um fator positivo para a saúde, contribuindo para uma vida mais longa e saudável.
Fatores que Influenciam a Flexibilidade
A flexibilidade é influenciada por fatores fisiológicos e comportamentais. Com o envelhecimento, perdemos naturalmente elastina e colágeno, reduzindo nossa flexibilidade. Um estilo de vida sedentário agrava ainda mais essa perda. Manter-se ativo, praticando exercícios físicos regularmente, é crucial para preservar a flexibilidade ao longo da vida.
Leia também
Como Melhorar a Flexibilidade e Quando Buscar Ajuda Profissional
A rigidez e a falta de flexibilidade se tornam preocupantes quando começam a afetar as atividades diárias, como pegar objetos do chão ou realizar movimentos simples. Alongamentos regulares são importantes, mas a orientação de um profissional de fisioterapia ou educação física garante uma prática mais eficaz e segura. Para quem não tem fácil acesso a esses profissionais, manter-se ativo e praticar alongamentos de forma consciente é fundamental.
Investir em flexibilidade é investir em uma vida mais longa e saudável. A prática regular de exercícios e alongamentos, combinada com um estilo de vida ativo, contribui significativamente para o bem-estar e a longevidade.



