Cássio Chebabi alegou estar “impedido pela força da lei”; advogado diz que motivo é acordo de delação premiada
Ex-presidente da Cooperativa se recusa a depor em CPI da Merenda
Cassio Chebab, ex-presidente da Coáfia (Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar) e suspeito de liderar a máfia da merenda, se recusou a depor na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Merenda na Assembleia Legislativa de São Paulo na quarta-feira. Segundo sua advogada, Ralph Thorne, ele estaria impedido por força de lei, devido a um acordo de delação premiada com o Ministério Público.
Impedimento legal e protestos
Chebab foi convocado para prestar esclarecimentos sobre supostas fraudes na compra de alimentos para merenda escolar em prefeituras e no governo do estado de São Paulo. Após ser dispensado da sessão, ele deixou o local escoltado por policiais e foi alvo de vaias por parte de estudantes que protestavam em frente à Assembleia Legislativa.
Delatação premiada e repercussão
A recusa em depor, amparada no acordo de delação premiada, gerou grande repercussão. A CPI da Merenda continua investigando as irregularidades na compra de alimentos para o programa de merenda escolar, buscando esclarecer responsabilidades e punir os envolvidos.
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O caso destaca a complexidade das investigações sobre corrupção e a importância da transparência na gestão de recursos públicos destinados à alimentação escolar. A recusa de Chebab em depor, embora amparada legalmente, alimenta as suspeitas sobre seu envolvimento nas denúncias de fraude.



