Réu na Sevandija, ele é formado em Direito mas precisaria fazer o exame da OAB
Ex-presidente da Câmara quer exercer advocacia
Walter Gomes, ex-presidente da Câmara e réu na Operação Sevandija, busca exercer a profissão de advogado. Apesar de formado em Direito, ele ainda não possui a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Pedido à Justiça
Gomes solicitou à Justiça autorização para realizar a prova da OAB, marcada para o dia 18 de novembro. A decisão sobre o pedido caberá ao juiz da 4ª Vara Criminal, Lúcio Alberto Enneias da Silva Ferreira.
Situação judicial
O ex-presidente ficou preso por quase dois anos em Três Marias e, no mês passado, obteve liberdade provisória. No entanto, ainda será julgado por corrupção na Operação Sevandija. Gomes sempre negou ter recebido propina durante seu mandato na Câmara.
Após quase dois anos de prisão e recente liberdade provisória, o futuro profissional de Walter Gomes permanece incerto, aguardando a decisão judicial sobre seu pedido para prestar a prova da OAB. A autorização é crucial para que ele possa exercer a advocacia, profissão para a qual se preparou academicamente, mesmo enquanto enfrenta acusações de corrupção.



