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Falta de água pode contribuir para o aumento no registro de doenças

População busca alternativas à falta de água e o armazenamento inapropriado deste recurso facilita a infecção por microrganismos
Falta de água
População busca alternativas à falta de água e o armazenamento inapropriado deste recurso facilita a infecção por microrganismos

População busca alternativas à falta de água e o armazenamento inapropriado deste recurso facilita a infecção por microrganismos

A falta de água potável contribui significativamente para o aumento de doenças, principalmente em locais com saneamento precário. A população busca alternativas de armazenamento, muitas vezes inadequadas, aumentando os riscos de contaminação. A redução da pressão na rede de água também agrava a situação.

Doenças Infecciosas e a Falta de Água

Doenças infecciosas graves, como surtos e pandemias, são frequentemente transmitidas pelo ar ou pela água. Considerando que o corpo humano é composto por 70% de água, o acesso à água potável é fundamental para a saúde. No Brasil, cerca de 50% da população não tem acesso a saneamento básico, o que leva ao surgimento de problemas como diarreias, hepatite e cólera, com a cólera sendo uma preocupação crescente para o futuro, impulsionada pelo aquecimento global.

Riscos Associados à Falta de Água e Armazenamento Inadequado

A falta de água leva ao armazenamento em recipientes que podem ser insalubres, aumentando o risco de doenças transmitidas pela água, como as que afetam o fígado. A baixa pressão na rede de água permite a formação de coleções d’água parada, que se tornam criadouros de micro-organismos, causando problemas de saúde, como micoses e conjuntivites. A falta de água também compromete a higiene pessoal e a limpeza de alimentos, aumentando o risco de doenças transmitidas por alimentos.

A população precisa ser conscientizada sobre a importância da higiene, como lavar as mãos e evitar tocar os olhos, para prevenir infecções. A falta de água interrompe a cadeia de saúde pública, levando a surtos de doenças. O uso inadequado do Aquífero Guarani também é um fator preocupante, pois pode levar à falta de água potável para a população. A população deve buscar alternativas seguras para o armazenamento de água, como ferver a água por 10 minutos antes do consumo e usar hipoclorito de sódio na lavagem de alimentos (uma colher de sopa por litro d’água, deixando os alimentos imersos por 10 minutos). É crucial descartar a água armazenada assim que o abastecimento for restabelecido, para evitar a proliferação de vetores, como o mosquito da dengue.

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