A criação de um Fórum Permanente de Educação Especial na Câmara de Ribeirão Preto marca uma tentativa de ampliar a cobrança por ações da prefeitura diante do aumento de alunos com deficiência na rede municipal. O número passou de 1.350 em agosto de 2025 para 1.512 em março de 2026, acompanhado também pelo crescimento de ações judiciais por direitos como professores especializados e vagas escolares.
Durante a primeira reunião, foram apontados problemas como falta de profissionais, contratos precários, falhas na alocação de equipes e pouca articulação entre áreas como saúde, educação e assistência social. A demanda por atendimento especializado cresce, especialmente com o aumento de diagnósticos dentro do espectro autista, o que amplia os desafios para garantir inclusão e qualidade no ensino.
O fórum definiu medidas iniciais, como o mapeamento detalhado dos alunos, levantamento de capacitações e discussão sobre novos cargos para atendimento especializado. O tema também evidencia desafios estruturais da educação, como sobrecarga e baixa atratividade da carreira docente, reforçando a necessidade de acompanhamento contínuo e cobrança por soluções.
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