São quatro reajuste neste ano o que representa um acréscimo de 22,7% no preço do botijão
O preço do gás de cozinha disparou em 2021, afetando consumidores e comerciantes.
Reajustes sucessivos e impacto no consumidor
O gás de cozinha acumula alta de 22,7% em 2021, com o último reajuste de 5% ocorrido em sexta-feira. Em abril de 2020, o botijão custava em média R$ 60,00; atualmente, o preço médio é de R$ 90,00. Esse aumento significativo impacta diretamente o orçamento doméstico.
Comerciantes enfrentam dificuldades
Marília, proprietária de uma marmitaria, relata dificuldades em repassar o aumento aos clientes. Desde o ano passado, o gás sofreu reajustes de 47% (2020) e 21,4% (2021, até o último reajuste). Além do gás, outros insumos como embalagens, óleo, carne, arroz e feijão também tiveram aumentos expressivos, dificultando a manutenção das margens de lucro.
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Aumento do gás industrial e a perspectiva de futuro
O impacto não se limita ao gás de cozinha. O gás industrial, utilizado em diversos setores, também sofreu reajustes significativos, atingindo R$ 315,00 (em média) em Ribeirão Preto. O aumento da gasolina (46%) e do diesel (mais de 40%) agrava ainda mais a situação, encarecendo o custo da entrega de mercadorias. A perspectiva é de que a situação permaneça difícil, exigindo que consumidores e comerciantes busquem alternativas para economizar e lidar com os constantes aumentos de preços.
A soma dos reajustes em diversos produtos essenciais, agravada pela pandemia, impacta principalmente quem perdeu renda ou emprego. A busca por alternativas e a necessidade de contenção de gastos são a realidade de muitos brasileiros em meio a esse cenário econômico desafiador.



