Oitivas serão com pessoas que precisaram de atendimento médico; marido de Alessandra da Silva, que morreu, será interrogado
A Polícia Civil de Pontau iniciou na terça-feira passada a investigação sobre a intoxicação por gás que afetou diversos moradores, resultando em uma morte e várias internações. Hoje, começam os depoimentos de aproximadamente 90 pessoas que foram afetadas pelo incidente.
Depoimentos e Investigação
A polícia espera colher informações cruciais sobre a origem do gás tóxico que causou a intoxicação. Cerca de 15 pessoas serão ouvidas já no primeiro dia, entre elas o marido da vítima fatal, Alessandra Alves da Silva, que pode fornecer detalhes sobre os momentos que antecederam a tragédia. Ele relatou que sua esposa sentiu o cheiro forte do gás pouco antes de passar mal enquanto preparava o jantar. O laudo do IML sobre a causa da morte de Alessandra também é aguardado ansiosamente, devendo auxiliar na identificação do gás.
Impacto na Comunidade e Busca por Respostas
O incidente afetou profundamente a cidade de Pontau, com cerca de mil pessoas sendo obrigadas a deixar suas casas devido ao risco de intoxicação. Uma mulher permanece internada em estado estável. A prefeitura, em conjunto com a CETESB, trabalha na identificação do produto e da fonte do vazamento, mas até o momento, nenhuma substância foi encontrada em casas ou empresas vistoriadas. Três quarteirões foram fortemente atingidos, necessitando de isolamento. A investigação envolve a Polícia Civil, a Prefeitura e o Ministério Público, que buscam respostas urgentes para a população.
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Próximos Passos
A investigação segue em andamento, com a expectativa de que os depoimentos e o laudo do IML esclareçam a origem do vazamento e o tipo de gás envolvido. As autoridades se comprometem em fornecer respostas à população o mais breve possível, buscando responsabilizar os envolvidos e prevenir futuros acidentes.



