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Idoso perde R$ 18 mil após baixar aplicativo orientado por golpista

Estelionatário se passou por gerente da Caixa e fez quatro movimentações bancárias pelo app; caso foi em Araraquara
Idoso perde R$ 18 mil após
Estelionatário se passou por gerente da Caixa e fez quatro movimentações bancárias pelo app; caso foi em Araraquara

Estelionatário se passou por gerente da Caixa e fez quatro movimentações bancárias pelo app; caso foi em Araraquara

Um homem de 62 anos morador do Jardim Paulistano, em Niharanaquara, registrou na última quinta-feira um boletim de ocorrência após perder cerca de R$ 18 mil em um golpe aplicado por telefone. Segundo a vítima, criminosos se passaram por funcionários bancários e o orientaram a instalar um aplicativo no celular para reverter uma suposta transferência suspeita.

Como ocorreu o golpe

A vítima relatou à polícia que recebeu uma ligação de alguém que se identificou como gerente da Caixa Econômica Federal, informando sobre uma transferência suspeita no valor de R$ 900. Seguindo as instruções do golpista, ele instalou um aplicativo no celular. Em seguida foram registradas quatro transferências não autorizadas: três depósitos de aproximadamente R$ 5 mil e outro de cerca de R$ 3 mil, efetuados para contas de pessoas distintas, totalizando aproximadamente R$ 18 mil em prejuízo.

Registro e investigação

Ao perceber as movimentações indevidas, o homem entrou em contato com seu gerente, que informou tratar‑se de um golpe. A conta foi bloqueada e o caso foi registrado na central de polícia judiciária de Niharanaquara como estelionato. A investigação ficará a cargo da polícia civil local.

Alerta à população

Autoridades e especialistas em segurança financeira reforçam que bancos raramente pedem a instalação de aplicativos ou solicitam senhas por telefone. Golpistas costumam usar argumentos urgentes e orientações técnicas para induzir vítimas ao erro. A orientação é desconfiar de contatos não solicitados e verificar sempre com o gerente oficial do banco por meios conhecidos antes de seguir qualquer instrução.

O caso em Niharanaquara ilustra a necessidade de atenção redobrada em situações que envolvem acesso remoto a dispositivos e transferências bancárias, especialmente entre pessoas mais vulneráveis a esse tipo de fraude.

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