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INSS antecipa 13º salário e pagamentos começam em abril para aposentados e pensionistas

Benefício será pago em duas parcelas até junho e deve alcançar cerca de 8 milhões de pessoas no estado de São Paulo
inss
Contando o salário - divulgação

O governo federal confirmou a antecipação do 13º salário para aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS em 2026. Os pagamentos começam ainda em abril e seguem até junho, beneficiando milhões de pessoas em todo o país. Somente no estado de São Paulo, cerca de 8 milhões devem receber o valor.

A primeira parcela será depositada entre os dias 24 de abril e 8 de maio, enquanto a segunda está prevista para cair entre o fim de maio e o início de junho. O pagamento ocorre automaticamente junto com o benefício mensal, sem necessidade de solicitação por parte dos segurados.

Quem recebe

Têm direito ao 13º salário aposentados, pensionistas e pessoas que recebem benefícios como auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, salário-maternidade, pensão por morte e auxílio-reclusão. O depósito segue o calendário habitual, conforme a data em que o beneficiário já está acostumado a receber.

Por outro lado, não têm direito ao abono os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS), já que se trata de um auxílio assistencial, sem contribuição prévia ao sistema previdenciário.

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Consulta e datas

Os valores podem ser consultados pelo aplicativo gov.br, na área do INSS, acessando o extrato de pagamento. Também é possível procurar uma agência da Previdência Social para verificar os depósitos, caso haja dificuldade no acesso digital.

O calendário segue o número final do benefício. Quem recebe no início do mês terá o crédito da primeira parcela até o início de maio, enquanto os que recebem no fim do mês já começam a receber ainda em abril. A segunda parcela acompanha o pagamento mensal entre o fim de maio e o início de junho.

Segundo o especialista, a antecipação deve injetar cerca de R$ 21 bilhões na economia, permitindo que beneficiários antecipem despesas essenciais, como medicamentos, viagens ou compromissos financeiros. Em caso de divergências no extrato, como descontos indevidos ou empréstimos não reconhecidos, a orientação é verificar os últimos cinco anos de pagamentos. Se for identificada irregularidade, o beneficiário pode procurar o Procon ou recorrer à Justiça para reaver os valores corrigidos.

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