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Justiça nega que Natália Ponte fique em prisão domiciliar caso for condenada pela morte do filho

Mãe de Joaquim, morto em 2013, é acusada pelos crimes de omissão e homicídio triplamente qualificado
Prisão domiciliar Natália Ponte
Mãe de Joaquim, morto em 2013, é acusada pelos crimes de omissão e homicídio triplamente qualificado

Mãe de Joaquim, morto em 2013, é acusada pelos crimes de omissão e homicídio triplamente qualificado

A Justiça negou o pedido da defesa de Nathalia, mãe de Joaquim, para que, em caso de condenação, ela cumpra a pena em prisão domiciliar. O julgamento de Nathalia e do padrasto de Joaquim, Guilherme Longo, está marcado para a próxima segunda-feira.

Pedido de Quebra de Sigilo Negado

A defesa de Guilherme também teve negado o pedido de quebra de sigilo do processo. A justificativa apresentada era tornar o júri público, incluindo a transmissão do julgamento pela internet, alegando o princípio da publicidade.

As Acusações

Guilherme Longo é acusado de homicídio triplamente qualificado (motivo fútil, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima), além de ocultação de cadáver. Ele está preso desde 2017. Nathalia responde em liberdade desde 2014 pelo mesmo crime de homicídio triplamente qualificado. O crime ocorreu há 10 anos.

A Defesa de Nathalia

O advogado Natan Castelo Branco de Carvalho argumentou que Nathalia é mãe de gêmeos de um ano e que responde ao processo em liberdade há 10 anos. Apesar disso, o pedido de prisão domiciliar em caso de condenação foi rejeitado pela Justiça.

O julgamento promete ser tenso, com os réus respondendo por acusações graves e a expectativa de uma sentença que impactará profundamente as famílias envolvidas.

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