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Lei da Ficha Limpa Municipal segue para sanção de Duarte Nogueira

Texto aprovado por unanimidade na Câmara impede que pessoas com condenações sem possibilidade de recurso assumam cargos públicos
Lei Ficha Limpa Municipal
Texto aprovado por unanimidade na Câmara impede que pessoas com condenações sem possibilidade de recurso assumam cargos públicos

Texto aprovado por unanimidade na Câmara impede que pessoas com condenações sem possibilidade de recurso assumam cargos públicos

Ribeirão Preto aprovou projeto de lei que estabelece a “ficha limpa” para servidores comissionados da prefeitura e da câmara municipal. A proposta, de autoria do vereador Isaac Antunes, visa vetar a nomeação de pessoas com condenações em trânsito em julgado (sem possibilidade de recurso) ou proferidas por órgão colegiado (a partir da segunda instância).

Objetivo da Ficha Limpa

Segundo Antunes, o projeto representa um grande passo no combate à corrupção na cidade, reforçando o compromisso da nova câmara municipal com a transparência e o controle fiscal. A intenção é diminuir as brechas para desvio de dinheiro público e, aos poucos, erradicar a corrupção. O projeto, protocolado em abril, foi motivado por escândalos passados, como os revelados na Operação Sevandija.

Análises e Implicações

Para a cientista política Maria Teresa Kerbali, o projeto é positivo e contribui para a ética e coerência na destinação de recursos públicos, especialmente considerando os inúmeros incidentes e processos enfrentados pela cidade. Ela acredita que a medida aumenta a intimidação e o receio de cometer crimes, facilitando investigações e penalizações. O secretário de governo, Nicanor Lopes, confirmou a intenção do prefeito de sancionar o projeto, dependendo de análises jurídicas. Ele elogiou a iniciativa, mas destacou os trâmites legais necessários.

Tipos de Crimes Envolvidos

A lei abrange uma gama de crimes, incluindo aqueles contra a economia popular e a administração pública, contra o patrimônio privado e o sistema financeiro, contra o meio ambiente e a saúde pública, crimes eleitorais e tráfico de drogas, entre outros. Após a aprovação pelo executivo, os órgãos terão dois meses para se adequarem às novas exigências.

Após passar pela análise do prefeito, o projeto entrará em vigor, marcando um avanço na busca por maior transparência e probidade na administração pública municipal.

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