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Lei que libera falta de funcionários públicos revolta francanos

Reivindicado há 12 anos, beneficio abonará até seis dias por ano em que os servidores não trabalharem
Lei funcionários públicos
Reivindicado há 12 anos, beneficio abonará até seis dias por ano em que os servidores não trabalharem

Reivindicado há 12 anos, beneficio abonará até seis dias por ano em que os servidores não trabalharem

Franca: Lei que garante 6 faltas abonadas por ano a funcionários públicos gera revolta

Faltas abonadas aprovadas após anos de reivindicação

A aprovação de uma lei que garante seis faltas abonadas por ano aos funcionários da Prefeitura de Franca tem gerado revolta entre os moradores. A medida, reivindicada há 12 anos pelo funcionalismo público, foi aprovada após um impasse entre a Prefeitura e a Câmara Municipal. A Prefeitura reconhece que a concessão pode afetar os serviços públicos, mas garante que as repartições se organizarão para minimizar os prejuízos à população. Com mais de mil funcionários, o impacto das faltas abonadas é significativo.

Preocupações com os serviços públicos e posicionamento do sindicato

A possibilidade de problemas nos serviços públicos devido às faltas abonadas é uma preocupação real. Por outro lado, o sindicato dos servidores argumenta que a medida beneficiará os trabalhadores, uma vez que os gestores serão comunicados com 48 horas de antecedência, permitindo a organização de substituições. O projeto de lei, inicialmente vetado pelo então prefeito Alexandre Ferreira em novembro passado por receio de prejuízos à cidade, foi posteriormente derrubado pelos novos vereadores em janeiro. A lei foi promulgada pelo presidente da Câmara, Marco Garcia, e regulamentada por outra lei aprovada em sessão recente, promulgada pela Câmara mesmo sem a sanção do atual prefeito Gilson de Souza.

Nova lei e regulamentação

A nova lei exige que o pedido de falta abonada seja feito com 48 horas de antecedência. As faltas, até um limite de seis por ano, não serão descontadas dos salários dos funcionários. A aprovação da lei, apesar das garantias da prefeitura e do sindicato, continua gerando controvérsia e insatisfação entre a população de Franca.

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