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Mãe do menino Pedrinho é presa em Ribeirão Preto

Ela e o padrasto são os principais acusados de terem matado o garoto, que tinha 5 anos; Kátia Marques estava foragida há 11 dias
Mãe do menino Pedrinho
Ela e o padrasto são os principais acusados de terem matado o garoto, que tinha 5 anos; Kátia Marques estava foragida há 11 dias

Ela e o padrasto são os principais acusados de terem matado o garoto, que tinha 5 anos; Kátia Marques estava foragida há 11 dias

Após 11 dias foragida, Cátia Marques, condenada pela morte do filho Pedrinho, foi presa no bairro Parque Ribeirão. A Polícia Militar recebeu uma denúncia anônima sobre o paradeiro de Cátia e se dirigiu ao local indicado.

A Prisão

De acordo com o cabo da Polícia Militar, Márcio Florodilis, Cátia tentou se esconder em um quarto quando percebeu a chegada da polícia. “Ao entrarmos na residência, que era ocupada por outra pessoa, ela tentou fugir para um quarto. Perguntei seu nome e ela confirmou ser Cátia, informando que sabia que era procurada pela justiça, através de seu advogado e pela prisão do marido”, relatou o cabo.

Entenda o Caso Pedrinho

Cátia Marques e Juliano Gunel foram condenados pelo Tribunal de Justiça de São Paulo pelo crime de tortura que resultou na morte de Pedrinho, em junho de 2008. O casal aguardava o julgamento de um recurso no STJ em liberdade. Juliano foi preso anteriormente, no dia 19 de fevereiro. A prisão de Cátia ocorreu após uma mudança na lei, permitindo o cumprimento da pena após condenação em segunda instância, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal.

Detalhes da Condenação e do Crime

Cátia foi condenada a 9 anos e 8 meses de prisão, enquanto Juliano recebeu uma pena de 10 anos e 10 meses. Na época da morte, Cátia alegou que Pedrinho havia ingerido acidentalmente um produto químico. No entanto, um laudo do centro de medicina legal apontou que a causa da morte foi embolia pulmonar gordurosa, provocada por uma fratura no pulso. O corpo do menino apresentava mais de 60 marcas de agressões e uma costela quebrada, indicando a chamada “síndrome da criança espancada”, segundo o médico legista Marco Aurelio Guimarães.

Cátia foi presa em flagrante e encaminhada para a cadeia de Cajuru. O advogado de defesa do casal já havia solicitado um habeas corpus.

A captura de Cátia Marques representa um passo importante para a resolução desse caso que chocou a comunidade.

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