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Nesta quinta-feira (23) é celebrado o Dia Nacional da Medicina Integrativa

Especialista no assunto, Tatiana Clápis, dá detalhes de como funciona as terapias complementares; ouça a entrevista!
Nesta quinta
Especialista no assunto, Tatiana Clápis, dá detalhes de como funciona as terapias complementares; ouça a entrevista!

Especialista no assunto, Tatiana Clápis, dá detalhes de como funciona as terapias complementares; ouça a entrevista!

O dia 23 de janeiro é celebrado como o Dia Nacional da Medicina Integrativa. Para explicar o funcionamento e os princípios dessa abordagem, Nesta quinta, a CBN entrevistou a doutora Tatiana Klapps, médica nefrologista com especialização em medicina intensiva e integrativa.

Definição e atuação da medicina integrativa

Doutora Tatiana esclarece que a medicina integrativa é essencialmente praticada por médicos, Nesta quinta, pois envolve o ato médico e práticas médicas. No entanto, o cuidado integrativo é realizado por uma equipe multidisciplinar, incluindo psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, enfermeiros, educadores físicos e terapeutas holísticos, que atuam de forma integrada para promover a saúde integral do paciente.

Diferenças entre medicina integrativa e tradicional: A medicina tradicional segue o modelo biomédico, Nesta quinta, focado na identificação e tratamento das doenças com base em aspectos físicos e biológicos, utilizando medicamentos, cirurgias e outros procedimentos. Já a medicina integrativa considera não apenas os sintomas e a doença, mas também fatores emocionais, ambientais, hábitos diários e o contexto de vida do paciente, buscando promover a saúde e o bem-estar de forma ampla e contínua.

Crescimento e benefícios da medicina integrativa: O interesse pela medicina integrativa tem crescido devido à busca por abordagens mais completas e humanizadas, que reconhecem o impacto do estresse, estilo de vida e emoções na saúde física e emocional. Além disso, avanços científicos têm evidenciado os benefícios de práticas como meditação, mindfulness, yoga e alimentação funcional, o que aumenta a confiança de pacientes e profissionais nessa abordagem.

Complementaridade com a medicina tradicional: A medicina integrativa não substitui a medicina tradicional, mas a complementa. A medicina tradicional é indispensável para o tratamento de condições agudas e crônicas, com tratamentos baseados em evidências que salvam vidas. A integrativa amplia o cuidado ao considerar fatores que contribuem para o adoecimento e auxiliam na recuperação e manutenção da saúde, promovendo uma parceria entre as duas práticas.

Entenda melhor

A medicina integrativa é eficaz no tratamento de problemas emocionais, como ansiedade e estresse, mas também é útil no manejo de doenças crônicas, dores, doenças autoimunes e condições funcionais como insônia e fadiga crônica. Seu diferencial está em abordar as causas profundas dos problemas de saúde, sejam elas físicas, emocionais ou relacionadas ao ambiente e estilo de vida, promovendo um cuidado mais completo e sustentável.

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