Um ônibus do transporte público de Ribeirão Preto foi atingido por uma pedra na noite de quinta-feira (8), na avenida Leão XIII, na zona leste da cidade. O impacto quebrou o para-brisa dianteiro do veículo, que precisou ser retirado de circulação. Ninguém ficou ferido.
O ônibus atendia à linha 36, que liga os bairros Castelo Branco e Adão do Carmo. Segundo o Consórcio PróUrbano, o reparo do para-brisa deve custar cerca de R$ 850, e a previsão é que o veículo fique fora de operação por pelo menos três dias.
Outras linhas
Durante o período em que o ônibus estiver fora de circulação, os passageiros podem utilizar outras linhas que atendem à região, como a 103 Iguatemi, a 130 Fórum, a 203 Ribeirânia e a 904 USP HC.
O episódio também reacendeu a discussão sobre a segurança de motoristas e passageiros do transporte coletivo. Marcelo Leão, secretário-geral do Sindicato dos Empregados do Transporte Urbano de Ribeirão Preto, cobrou mais policiamento e ações para combater o vandalismo contra os ônibus.
Segundo ele, o sindicato reivindica a presença de equipes da Polícia Militar, da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e da RP Mobi nos bairros para garantir mais segurança aos trabalhadores e usuários do transporte público.
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Botão de pânico
Marcelo Leão também afirmou que o botão de pânico disponível nos ônibus não funciona como deveria. De acordo com o representante sindical, os motoristas acionam o dispositivo em situações de emergência, mas nem sempre recebem atendimento das equipes de segurança.
O sindicalista defendeu que viaturas sejam enviadas aos locais quando o botão for acionado. Para ele, a falta de resposta aumenta a insegurança de motoristas e passageiros.
Apuração
Em nota, o Consórcio PróUrbano informou que repudia atos de vandalismo contra o transporte coletivo e o patrimônio público. Segundo a empresa, as medidas de segurança são de responsabilidade das autoridades de segurança pública.
A RP Mobi afirmou que tomou conhecimento do caso e que a situação está sendo apurada em conjunto com o consórcio. O órgão orienta que ocorrências desse tipo sejam comunicadas imediatamente à Polícia Militar, pelo telefone 190, ou à Guarda Civil Metropolitana, pelo 153.
A Secretaria de Segurança Pública também foi procurada para comentar o policiamento relacionado a casos desse tipo, mas não havia respondido até o momento da reportagem.



