Cerveja combina com baixas temperaturas? Colunista diz que sim e ainda traz dicas!
Olá, amantes de cerveja! Com a chegada do friozinho, nada melhor do que apreciar cervejas com graduação alcoólica um pouco mais alta e notas sensoriais marcantes. Vamos explorar o universo das Porters e Stouts, estilos perfeitos para esta estação.
De Porter a Stout: Uma Evolução de Sabores
A jornada começa com a Porter, uma cerveja escura que surgiu na Inglaterra e se tornou um ícone da cultura cervejeira britânica. Originalmente, há 250 anos, era ainda mais escura, defumada e até um pouco azeda devido às técnicas de produção da época. Ao longo do tempo, a Porter evoluiu, tornando-se mais suave em algumas versões e mais forte em outras, dando origem à Stout.
Stout: A Prima Mais Tostada
A Stout, prima da Porter, apresenta um perfil de torrefação mais intenso. A distinção entre as duas, no entanto, é sutil. Afinal, como diz o ditado cervejeiro, se um cervejeiro chama sua cerveja de Porter ou Stout, dificilmente estará errado. Os diversos subestilos, como Dry Stout, Robust Porter, Sweet Stout e Imperial Stout, oferecem uma gama maior de características, mas a base permanece: cervejas fortes, escuras e deliciosas, com teor alcoólico geralmente entre 5% e 7%, e notas de café, chocolate e mel.
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Exemplos para Degustação
Existem diversas cervejarias que produzem excelentes exemplares desses estilos. Entre as mais conhecidas, podemos citar a Fuller’s London Porter, a Meantime London Porter, a Guinness (Dry Stout), além de versões de cervejarias como a Rogue, Sierra Nevada, Founders e Young’s. Aqui no Brasil, embora menos comuns, algumas cervejarias também produzem ótimas opções para aquecer o corpo e a alma neste inverno.
Portanto, aproveite o friozinho para explorar o mundo das Porters e Stouts. Desvende os sabores ricos e complexos dessas cervejas, lembrando sempre da importância do consumo moderado. Saúde!