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Especialista comenta as novas regras da pensão por morte
Vida e Aposentadoria
Especialista comenta as novas regras da pensão por morte

Especialista comenta as novas regras da pensão por morte

Mudanças significativas foram implementadas nas regras da pensão por morte pela Previdência Social, afetando principalmente casais e seus dependentes. Antes, apenas uma contribuição era necessária para garantir o benefício. Agora, a legislação exige maior tempo de contribuição e comprovação de união estável.

Novas Regras de Carência e Tempo de União

Para ter direito à pensão por morte, é preciso comprovar, no mínimo, 18 meses de contribuição do falecido. Além disso, o casal precisa estar junto há pelo menos dois anos, comprovadamente. Casamentos fraudulentos próximos ao óbito, prática comum anteriormente, são atrásra dificultadas pela nova legislação. A informalidade na união afeta diretamente o direito ao benefício.

Tempo de Pagamento da Pensão: Vitalícia ou Temporária?

Outra mudança crucial diz respeito à duração do benefício. Anteriormente vitalícia, a pensão por morte atrásra pode ser temporária, variando de 3 a 15 anos, dependendo da idade do sobrevivente. Para receber a pensão vitalícia, o sobrevivente precisa ter 44 anos ou mais. Abaixo dessa idade, o benefício será temporário. Não há brechas na legislação para beneficiários com menos de 44 anos.

Como se Proteger

A melhor forma de garantir a proteção previdenciária é contribuir regularmente para o INSS. A formalização da união, seja por casamento ou união estável, é fundamental para comprovar o vínculo e garantir o direito à pensão. Para facilitar a comprovação da união estável, existe o site uniãoestávelgratis.com.br, que oferece um documento digital gratuito. Embora seja um documento básico, ele serve como comprovante do início do relacionamento. Para situações que exigem contratos mais complexos, a orientação de um profissional jurídico é recomendada. A formalização garante segurança e evita problemas futuros com a Previdência Social.

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