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Pedágios da região ficam mais caros a partir de domingo

Praças de Santa Rita do Passa Quatro, Batatais, São Simão e Restinga sofrerão reajuste
Pedágios região
Praças de Santa Rita do Passa Quatro, Batatais, São Simão e Restinga sofrerão reajuste

Praças de Santa Rita do Passa Quatro, Batatais, São Simão e Restinga sofrerão reajuste

A partir de 1º de julho, motoristas de diversas regiões de São Paulo terão que desembolsar mais para usar algumas rodovias estaduais. O reajuste, determinado pela Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo), afeta várias praças de pedágio e impacta o valor cobrado para carros, ônibus e caminhões.

Aumento nas tarifas

Em Santa Rita do Passa Quatro, o pedágio na Ianguera passará para R$ 7,30, assim como o pedágio de São Simão, também na Ianguera. Na região de Cândido Portinari, os pedágios de Rexinga (km 334) e Batatais terão o valor aumentado para R$ 9,30 cada. Já o pedágio de Antônio Machado Santana, em Guatapará, será o mais caro, chegando a R$ 14,30, enquanto o de Araraquara (pela Anhanguera) custará R$ 16,20. O índice médio de reajuste aplicado é de 2,85%, referente à inflação acumulada entre junho de 2022 e maio de 2023.

Impacto nos motoristas

A notícia do reajuste gerou reclamações entre os motoristas, que consideram o aumento abusivo, principalmente em relação aos salários que não acompanham a alta dos preços. Muitos afirmam que o valor arrecadado deveria ser melhor aplicado em melhorias nas rodovias. A cobrança de pedágio, embora considerada necessária por alguns, é criticada pela falta de transparência e pelo alto valor das tarifas, especialmente em trechos com alta demanda, como os que ligam Ribeirão Preto a outras cidades da região.

Considerações finais

O reajuste, publicado no Diário Oficial do Estado, afeta 19 concessionárias de rodovias paulistas. Algumas empresas, como a Entrevias, manterão os preços inalterados em alguns trechos, enquanto outras oferecem descontos para quem utiliza o sistema de pagamento eletrônico. Apesar dos descontos e da justificativa do reajuste pela inflação, a insatisfação dos motoristas com o aumento dos pedágios permanece, principalmente pela falta de um aumento proporcional nos salários.

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