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Perícia no celular de professora morta envenenada em Ribeirão Preto pode ajudar investigações

Última movimentação no celular de Larissa Rodrigues foi perto das 23h de 21 de março; ela foi encontrada morta na manha seguinte
Perícia no celular de professora morta
Última movimentação no celular de Larissa Rodrigues foi perto das 23h de 21 de março; ela foi encontrada morta na manha seguinte

Última movimentação no celular de Larissa Rodrigues foi perto das 23h de 21 de março; ela foi encontrada morta na manha seguinte

Hoje completam dois meses desde a morte da professora Larissa Rodrigues, Perícia no celular de professora morta, que foi envenenada no dia 22 de março. A polícia segue investigando o caso para confirmar a responsabilidade dos principais suspeitos: o ex-marido da vítima, o médico Luís Antonio Garnica, e a mãe dele, Elisabeth Arrabassa.

Avanços nas investigações: O primeiro laudo pericial realizado no celular de Larissa indicou que ela parou de usar o aparelho por volta das 23h do dia 21 de março, quando Elisabeth Arrabassa estava no apartamento com a vítima. A última atividade registrada no celular foi às 19h27 do mesmo dia, quando Larissa chegou do trabalho. A polícia trabalha para esclarecer os acontecimentos entre esse momento e a confirmação da morte, às 10h34 do dia 22.

Importância da perícia em celulares: O professor de direito penal da USP, Daniel Pacheco, explicou que a perícia em celulares é uma prova documental com alta credibilidade, capaz de recuperar mensagens apagadas e revelar informações importantes sobre a vida da vítima. Mesmo quando mensagens não são recuperadas, outras evidências podem ajudar a reconstruir os diálogos e os fatos relacionados ao crime.

Pedido de prisão domiciliar: A defesa de Elisabeth Arrabassa solicitou prisão domiciliar devido à idade dela, 67 anos, e ao estado de saúde, que já apresentou episódios de mal-estar durante depoimentos e no presídio de São Joaquim da Barra, onde está detida. Segundo Pacheco, a prisão domiciliar é uma medida excepcional, concedida apenas quando o estado de saúde do preso apresenta risco grave e o atendimento médico no presídio é insuficiente.

Prisão temporária e preventiva: A prisão temporária dos suspeitos tem duração máxima de 30 dias, podendo ser prorrogada por mais 30. A polícia precisa agir rapidamente na coleta de provas para evitar a perda da prisão temporária. Caso haja evidências robustas, a prisão temporária pode ser convertida em preventiva. Até o momento, as defesas de Luís Antonio Garnica e Elisabeth Arrabassa negam envolvimento na morte de Larissa Rodrigues.

Entenda melhor

O caso ainda está em fase de investigação, com perícias e produção de provas em andamento. A polícia e os peritos buscam esclarecer os fatos para que a justiça possa determinar a responsabilidade pelo crime.

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