O calendário eleitoral entra em uma nova fase com o período de desincompatibilização de pré-candidatos que ocupam determinados cargos públicos. Na coluna, o cientista político Bruno Silva explica que a medida busca evitar o uso da estrutura pública para beneficiar candidaturas e garantir maior equilíbrio na disputa eleitoral. Também passam a valer restrições à publicidade institucional, incluindo a retirada de elementos que possam promover governos ou candidatos.
O comentarista destaca que os prazos de afastamento variam conforme o cargo ocupado. Enquanto algumas funções exigem desincompatibilização seis meses antes das eleições, outras têm prazo de três meses. Já candidatos à reeleição para o mesmo cargo, como governadores, não precisam se afastar das funções.
A coluna também esclarece que os interessados em disputar as eleições permanecem como pré-candidatos até a realização das convenções partidárias, previstas entre 20 de julho e o início de agosto. Somente após esse processo e dentro do calendário eleitoral poderão ser oficializados como candidatos, enquanto a campanha com pedido explícito de votos começa em 16 de agosto.
Ouça a análise completa na coluna De Olho na Política.